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  • Roteiro Para A Descarbonização Da ITV

    Roteiro para a descarbonização da ITV


    A NITextile marcou presença na apresentação do Roteiro para a descarbonização da ITV, realizada no CITEVE.

    Luís Ramos (CITEVE) revelou que o principal objetivo desta iniciativa é o de criar um roteiro para a descarbonização da ITV e ajudar as empresas do setor a tomarem decisões sobre as melhores tecnologias disponíveis e medidas a adotarem para cumprirem com as metas de neutralidade carbónica estabelecidas para 2050. 

    Para atingir esse objetivo, será caracterizada a realidade atual do setor, e das suas emissões de GEE (Gases com Efeito de Estufa), e lançado um apoio para as empresas na tomada de decisões sobre estratégias de transição energética, otimização de processos, economia circular e digitalização. Serão ainda definidas trajetórias de descarbonização para o horizonte 2025-2050, bem como lançados toolkits para roteiros individualizados. A iniciativa aposta por último na divulgação, comunicação, envolvimento e capacitação dos agentes do setor.

    É de destacar que em 2021 a ITV Portuguesa representou 9% das emissões de GEE das indústrias transformadoras, representado um valor de 697 kt CO2e/ano, consumindo desta forma cerca de 7% de energia no conjunto das indústrias transformadoras, com um valor de 322.000 tep. Destaca-se igualmente a evolução decrescente da intensidade carbónica da ITV nos últimos anos, fruto dos investimentos e dos apoios que as empresas do setor têm tido disponíveis.

    O evento contou também com duas mesas redondas onde foram partilhadas as experiências e o estado da arte de empresas e entidades públicas.

    O painel “Neutralidade Carbónica em 2050: Como lá chegar” contou com a presença de José Nogueira (Bondalti), Filipe Rodrigues (DST Solar) e Carlos Pimparel (DGEG). 

    Neste painel ficou claro que a Eficiência Energética é um dos primeiros caminhos que as empresas do setor devem procurar na sua jornada de descarbonização. A eficiência energética representa até 40% na redução das emissões de GEE e deve ser o primeiro pensamento das empresas antes de qualquer investimento em fontes alternativas.

    Em segundo lugar, a monitorização energética, ou seja, saber onde e como é gasta a energia das atividades industriais, é também um ponto fulcral para as empresas ganharem um know-how e visibilidade de quais são os seus processos mais intensivos energeticamente e que estratégias podem tomar para reduzir o seu impacto. Contudo, as alterações de processo representam pouco (em média 7%) no contexto de medidas que as empresas tomam para a eficiência energética.

    Como soluções alternativas aos combustíveis fósseis, a produção de energia própria e o consumo do excedente de outros, aproveitando a rede existente, poderá ser uma alternativa viável para empresas que queiram reduzir uma grande parte das suas emissões.

    Quanto ao Hidrogénio, o painél destacou que apenas faz sentido em utilizar esta fonte energética em operações onde é difícil descarbonizar, onde há uma queima direta do produto, tal como o gás natural.

    No que diz respeito à utilização de energias renováveis, tais como a eólica ou solar, é importante haver mais investimento na utilização de baterias para armazenamento e na criação de comunidades de energia, devido à intermitência das energias renováveis. A aposta em parcerias com provedores de energia que sejam remunerados consoante as poupanças que conseguem implementar nas empresas, pode ser uma alternativa interessante para quem não tem a infraestrutura ou o conhecimento para implementar medidas ativas.

    Como nota final, o painel sinalizou que a eficiência e a descarbonização seguem caminhos paralelos e que faltam apoios para soluções mais arrojadas.

    O segundo painel com o tema “A descarbonização como instrumento para a sustentabilidade do STV“, foi debatido por Mafalda Paz (Salsa), Bruno Correia (Etfor), Susana Serrano (Acatel) e José Teixeira (Riopele).

    A pegada de carbono foi um dos temas de destaque, onde a Salsa mencionou a dificuldade de cálculo das emissões de Âmbito 3, assim como a diversidade de dados que tem de ser recolhida para as categorias que representam maior impacto nas operações das empresas. Contudo, ficou claro que as matérias-primas e uso das peças pelos consumidores representam maior parte das emissões. 

    A adoção de práticas e de materiais mais sustentáveis durante a conceção dos produtos bem como o lançamento de projetos de circularidade e de reparação de peças usadas foi destacada pela Salsa como algumas das iniciativas que têm em curso.

    A Riopele demonstrou a sua ambição de cumprirem o plano de descarbonização a que se propuseram, até 2027. A estratégia baseada em 3 eixos que comunicam entre si, mas não se sobrepõem é o pilar das atividades em curso. O foco na eficiência térmica dos edifícios, nos equipamentos, nas fontes de energia (elétrica e térmica) são algumas das áreas de atuação da Riopele, bem como a instalação de unidades para autoconsumo nas suas instalações. O investimento numa caldeira a biomassa reduziu o consumo de gás natural em 70% e no mês de outubro conseguiram mesmo uma poupança de 100%.

    A Acatel tem tomado um posicionamento de grandes investimentos em novas tecnologias e materiais, de onde se destaca a utilização do Colorifix, um tingimento à base de bactérias sem utilização de produtos químicos e com um tempo de processamento bastante inferior, assim como o recentemente investimento na Endeavour da Alchemie, uma máquina que promete 85% de poupança energética e que tinge sem recurso a água. A consciência circular e a escolha de matérias-primas de baixo impacto é também uma das estratégias que a Acatel tem tomado no desenvolvimento e apresentação das suas coleções.

    Já a Etfor realizou investimentos em painéis solares e luzes LED, assim como a aposta na marca própria (Playup) que conta apenas com materiais orgânicos ou reciclados e onde as peças são concebidas com estratégias de design circular. Ficou claro que as marcas têm um nível cada vez mais exigente, pois Portugal deixou de ser só um país de mão de obra batata. A Playup tem já um sistema de take-back, onde dão um benefício aos clientes para compras na loja online e tencionam promover a venda de peças em segunda mão.

    A apresentação do roteiro encerrou com as palavras de Mário Jorge Machado (ATP), que destacou que Portugal tem a vantagem de ter um mix energético de renováveis bastante relevante e que juntamente com a Euratex quer tornar a Europa e Portugal num hub de produção têxtil sustentável. As colaborações com as associações são assim importantes, já que elas têm o poder de negociar junto das entidades europeias e de mitigar os impactos negativos para as empresas neste aspeto.

    Luís Figueiredo (Anivec), destacou as agendas mobilizadoras em curso, tais como a digitalização, e a sua interligação com a neutralidade carbónica.

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    Roteiro para a descarbonização da ITV


    A NITextile marcou presença na apresentação do Roteiro para a descarbonização da ITV, realizada no CITEVE.

    Luís Ramos (CITEVE) revelou que o principal objetivo desta iniciativa é o de criar um roteiro para a descarbonização da ITV e ajudar as empresas do setor a tomarem decisões sobre as melhores tecnologias disponíveis e medidas a adotarem para cumprirem com as metas de neutralidade carbónica estabelecidas para 2050. 

    Para atingir esse objetivo, será caracterizada a realidade atual do setor, e das suas emissões de GEE (Gases com Efeito de Estufa), e lançado um apoio para as empresas na tomada de decisões sobre estratégias de transição energética, otimização de processos, economia circular e digitalização. Serão ainda definidas trajetórias de descarbonização para o horizonte 2025-2050, bem como lançados toolkits para roteiros individualizados. A iniciativa aposta por último na divulgação, comunicação, envolvimento e capacitação dos agentes do setor.

    É de destacar que em 2021 a ITV Portuguesa representou 9% das emissões de GEE das indústrias transformadoras, representado um valor de 697 kt CO2e/ano, consumindo desta forma cerca de 7% de energia no conjunto das indústrias transformadoras, com um valor de 322.000 tep. Destaca-se igualmente a evolução decrescente da intensidade carbónica da ITV nos últimos anos, fruto dos investimentos e dos apoios que as empresas do setor têm tido disponíveis.

    O evento contou também com duas mesas redondas onde foram partilhadas as experiências e o estado da arte de empresas e entidades públicas.

    O painel “Neutralidade Carbónica em 2050: Como lá chegar” contou com a presença de José Nogueira (Bondalti), Filipe Rodrigues (DST Solar) e Carlos Pimparel (DGEG). 

    Neste painel ficou claro que a Eficiência Energética é um dos primeiros caminhos que as empresas do setor devem procurar na sua jornada de descarbonização. A eficiência energética representa até 40% na redução das emissões de GEE e deve ser o primeiro pensamento das empresas antes de qualquer investimento em fontes alternativas.

    Em segundo lugar, a monitorização energética, ou seja, saber onde e como é gasta a energia das atividades industriais, é também um ponto fulcral para as empresas ganharem um know-how e visibilidade de quais são os seus processos mais intensivos energeticamente e que estratégias podem tomar para reduzir o seu impacto. Contudo, as alterações de processo representam pouco (em média 7%) no contexto de medidas que as empresas tomam para a eficiência energética.

    Como soluções alternativas aos combustíveis fósseis, a produção de energia própria e o consumo do excedente de outros, aproveitando a rede existente, poderá ser uma alternativa viável para empresas que queiram reduzir uma grande parte das suas emissões.

    Quanto ao Hidrogénio, o painél destacou que apenas faz sentido em utilizar esta fonte energética em operações onde é difícil descarbonizar, onde há uma queima direta do produto, tal como o gás natural.

    No que diz respeito à utilização de energias renováveis, tais como a eólica ou solar, é importante haver mais investimento na utilização de baterias para armazenamento e na criação de comunidades de energia, devido à intermitência das energias renováveis. A aposta em parcerias com provedores de energia que sejam remunerados consoante as poupanças que conseguem implementar nas empresas, pode ser uma alternativa interessante para quem não tem a infraestrutura ou o conhecimento para implementar medidas ativas.

    Como nota final, o painel sinalizou que a eficiência e a descarbonização seguem caminhos paralelos e que faltam apoios para soluções mais arrojadas.

    O segundo painel com o tema “A descarbonização como instrumento para a sustentabilidade do STV“, foi debatido por Mafalda Paz (Salsa), Bruno Correia (Etfor), Susana Serrano (Acatel) e José Teixeira (Riopele).

    A pegada de carbono foi um dos temas de destaque, onde a Salsa mencionou a dificuldade de cálculo das emissões de Âmbito 3, assim como a diversidade de dados que tem de ser recolhida para as categorias que representam maior impacto nas operações das empresas. Contudo, ficou claro que as matérias-primas e uso das peças pelos consumidores representam maior parte das emissões. 

    A adoção de práticas e de materiais mais sustentáveis durante a conceção dos produtos bem como o lançamento de projetos de circularidade e de reparação de peças usadas foi destacada pela Salsa como algumas das iniciativas que têm em curso.

    A Riopele demonstrou a sua ambição de cumprirem o plano de descarbonização a que se propuseram, até 2027. A estratégia baseada em 3 eixos que comunicam entre si, mas não se sobrepõem é o pilar das atividades em curso. O foco na eficiência térmica dos edifícios, nos equipamentos, nas fontes de energia (elétrica e térmica) são algumas das áreas de atuação da Riopele, bem como a instalação de unidades para autoconsumo nas suas instalações. O investimento numa caldeira a biomassa reduziu o consumo de gás natural em 70% e no mês de outubro conseguiram mesmo uma poupança de 100%.

    A Acatel tem tomado um posicionamento de grandes investimentos em novas tecnologias e materiais, de onde se destaca a utilização do Colorifix, um tingimento à base de bactérias sem utilização de produtos químicos e com um tempo de processamento bastante inferior, assim como o recentemente investimento na Endeavour da Alchemie, uma máquina que promete 85% de poupança energética e que tinge sem recurso a água. A consciência circular e a escolha de matérias-primas de baixo impacto é também uma das estratégias que a Acatel tem tomado no desenvolvimento e apresentação das suas coleções.

    Já a Etfor realizou investimentos em painéis solares e luzes LED, assim como a aposta na marca própria (Playup) que conta apenas com materiais orgânicos ou reciclados e onde as peças são concebidas com estratégias de design circular. Ficou claro que as marcas têm um nível cada vez mais exigente, pois Portugal deixou de ser só um país de mão de obra batata. A Playup tem já um sistema de take-back, onde dão um benefício aos clientes para compras na loja online e tencionam promover a venda de peças em segunda mão.

    A apresentação do roteiro encerrou com as palavras de Mário Jorge Machado (ATP), que destacou que Portugal tem a vantagem de ter um mix energético de renováveis bastante relevante e que juntamente com a Euratex quer tornar a Europa e Portugal num hub de produção têxtil sustentável. As colaborações com as associações são assim importantes, já que elas têm o poder de negociar junto das entidades europeias e de mitigar os impactos negativos para as empresas neste aspeto.

    Luís Figueiredo (Anivec), destacou as agendas mobilizadoras em curso, tais como a digitalização, e a sua interligação com a neutralidade carbónica.

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  • GALA DO ASSOCIADO AEBA – 23º ANIVERSÁRIO

    GALA DO ASSOCIADO AEBA – 23º ANIVERSÁRIO 


    Paragrafo 1A NITextile é um dos mais recentes associados da AEBA – Associação Empresarial do Baixo Ave, e no passado dia 23 de outubro participou no 23º Aniversário GALA DO ASSOCIADO AEBA, na Quinta do Palácio Rauliana, Este ano, enquadrado no processo de digitalização da AEBA e das preocupações e ações ao nível da sustentabilidade e da responsabilidade na defesa do Planeta, todo o processo de organização do evento é feito por via digital

    Este evento contou com a celebração e de reconhecimento com toda a comunidade do Baixo Ave, nomeadamente Empresas Associadas que completam 10, 15 e 20 anos de ligação à AEBA e também de destacar e premiar aquelas que alcançaram o distinto Estatuto de PME Excelência, entre os PME Líder. 

    Este evento contou com um especial convidado de honra da região Luís Marques Mendes, que discursou sobre o as preocupações geopolíticas e económicas a curto e a médico prazo.

    Contacte-nos e juntos podemos transformar o futuro.

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    GALA DO ASSOCIADO AEBA – 23º ANIVERSÁRIO 


    Paragrafo 1A NITextile é um dos mais recentes associados da AEBA – Associação Empresarial do Baixo Ave, e no passado dia 23 de outubro participou no 23º Aniversário GALA DO ASSOCIADO AEBA, na Quinta do Palácio Rauliana, Este ano, enquadrado no processo de digitalização da AEBA e das preocupações e ações ao nível da sustentabilidade e da responsabilidade na defesa do Planeta, todo o processo de organização do evento é feito por via digital

    Este evento contou com a celebração e de reconhecimento com toda a comunidade do Baixo Ave, nomeadamente Empresas Associadas que completam 10, 15 e 20 anos de ligação à AEBA e também de destacar e premiar aquelas que alcançaram o distinto Estatuto de PME Excelência, entre os PME Líder. 

    Este evento contou com um especial convidado de honra da região Luís Marques Mendes, que discursou sobre o as preocupações geopolíticas e económicas a curto e a médico prazo.

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  • MITH & TALKS2TALK GUIMARÃES 

    MITH & TALKS2TALK GUIMARÃES 


    A NITextile participou no evento MITH – Minho Innovation and Technology Hub & Talks ‘tendências e tecnologias do futuro, organizado pela Câmara Municipal de Guimarães no âmbito do evento Economia, Inovação & Fábrica do Futuro que está a decorrer durante o mês de outubro de 2023 na Cidade de Guimarães.

    O evento começou com a inauguração do conceito MITH – Minho Innovation and Technology Hub, promovido pelo Grupo Casais em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães e a Universidade do Minho para a criação de espaços de trabalho, lazer e residenciais junto da UMinho. Este espaço terá duas fases, nesta primeira fase, já concluída, disponibiliza um espaço de coworking com mais de 1000m2 gerido pelo Sitio.pt com foco na aproximação de startups, scaleups e grandes empresas à cidade e ao meio académico, grupo de apartamentos e um Hotel B&B. Na segunda fase, espera-se a criação de infraestruturas para Investigação & Desenvolvimento, zonas residenciais e espaços de lazer no seu envolvente. Esta nova estrutura tem como grande objetivo a aproximação e integração na cidade do sistema científico, o meio empresarial e a sociedade, de forma a democratizar o trabalho e o lazer.

    Na Talk2Talk foram apresentadas e debatidas as tendências e tecnologias de futuro, moderadas pelo Pedro Geraldes TEDxPorto que tem como principal foco a partilha de conhecimento relevante.

    Pedro Arezes da Universidade do Minho apresentou as tendências e tecnologias do futuro na área da engenharia aeroespacial, onde mostrou o maior desafio para esta década a Missão tripulada a marte, onde ambição e competição por disrupção tecnológica, que traz três níveis de desafios 1) o astronauta e o seu fato 2) o veículo, 3) a aterragem em Marte. Onde o foco está na investigação de tecnologias de ponta e na ergonomia humana, como a privação do Sono, a velocidade das comunicações, os riscos da viagem e muitos outros, onde “…os seres humanos estão no centro da investigação espacial”.

    André Matos da DTX-Digital apresentou as tendências e tecnologias do futuro na área da transformação digital sendo o foco na Inteligência artificial e na sua potencialidade de substituição de tarefas humanas. Neste sentido, mostrou os riscos e as oportunidades desta tecnologia e claramente as vantagens são avassaladoras, desde que seja salvaguarda a ética, a proteção de dados e a regulamentação internacional. Caso contrário os riscos de perturbação na sociedade, na política, segurança na área financeira e em muitas outras áreas serão avassaladores. O futuro desta tecnologia passa também pela gestão do avanço tecnológico de forma concertada e regulada, através da criação de uma agência internacional de governação de IA, assim com a capacitação ética e jurídica de todo o envolvente.

    Cláudia Pascoal do IB-S apresentou as tendências e tecnologias do futuro na área da biosustentabilidade e desenvolvimento sustentável, onde o seu foco centrou-se na preocupação com o crescimento demográfico e o seu impacto nos recursos, com desafios ao nível da alimentação, das alterações climáticas e na água potável. Sendo que a Pegada hídrica é aquela que sobre atualmente um risco elevado a nível mundial, sendo necessário avaliar a pegada da água e o stress hídrico de forma efetiva e urgente.

    A NITextile identifica-se plenamente com os presentes desafios, onde os sectores Têxtil, Vestuário e Calçado podem ser determinante nesta década, na procura de soluções e queremos ajudar as empresas a desenvolverem o seu potencial na criação de produtos e processos igualmente inovadores e sustentáveis.

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    MITH & TALKS2TALK GUIMARÃES 


    A NITextile participou no evento MITH – Minho Innovation and Technology Hub & Talks ‘tendências e tecnologias do futuro, organizado pela Câmara Municipal de Guimarães no âmbito do evento Economia, Inovação & Fábrica do Futuro que está a decorrer durante o mês de outubro de 2023 na Cidade de Guimarães.

    O evento começou com a inauguração do conceito MITH – Minho Innovation and Technology Hub, promovido pelo Grupo Casais em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães e a Universidade do Minho para a criação de espaços de trabalho, lazer e residenciais junto da UMinho. Este espaço terá duas fases, nesta primeira fase, já concluída, disponibiliza um espaço de coworking com mais de 1000m2 gerido pelo Sitio.pt com foco na aproximação de startups, scaleups e grandes empresas à cidade e ao meio académico, grupo de apartamentos e um Hotel B&B. Na segunda fase, espera-se a criação de infraestruturas para Investigação & Desenvolvimento, zonas residenciais e espaços de lazer no seu envolvente. Esta nova estrutura tem como grande objetivo a aproximação e integração na cidade do sistema científico, o meio empresarial e a sociedade, de forma a democratizar o trabalho e o lazer.

    Na Talk2Talk foram apresentadas e debatidas as tendências e tecnologias de futuro, moderadas pelo Pedro Geraldes TEDxPorto que tem como principal foco a partilha de conhecimento relevante.

    Pedro Arezes da Universidade do Minho apresentou as tendências e tecnologias do futuro na área da engenharia aeroespacial, onde mostrou o maior desafio para esta década a Missão tripulada a marte, onde ambição e competição por disrupção tecnológica, que traz três níveis de desafios 1) o astronauta e o seu fato 2) o veículo, 3) a aterragem em Marte. Onde o foco está na investigação de tecnologias de ponta e na ergonomia humana, como a privação do Sono, a velocidade das comunicações, os riscos da viagem e muitos outros, onde “…os seres humanos estão no centro da investigação espacial”.

    André Matos da DTX-Digital apresentou as tendências e tecnologias do futuro na área da transformação digital sendo o foco na Inteligência artificial e na sua potencialidade de substituição de tarefas humanas. Neste sentido, mostrou os riscos e as oportunidades desta tecnologia e claramente as vantagens são avassaladoras, desde que seja salvaguarda a ética, a proteção de dados e a regulamentação internacional. Caso contrário os riscos de perturbação na sociedade, na política, segurança na área financeira e em muitas outras áreas serão avassaladores. O futuro desta tecnologia passa também pela gestão do avanço tecnológico de forma concertada e regulada, através da criação de uma agência internacional de governação de IA, assim com a capacitação ética e jurídica de todo o envolvente.

    Cláudia Pascoal do IB-S apresentou as tendências e tecnologias do futuro na área da biosustentabilidade e desenvolvimento sustentável, onde o seu foco centrou-se na preocupação com o crescimento demográfico e o seu impacto nos recursos, com desafios ao nível da alimentação, das alterações climáticas e na água potável. Sendo que a Pegada hídrica é aquela que sobre atualmente um risco elevado a nível mundial, sendo necessário avaliar a pegada da água e o stress hídrico de forma efetiva e urgente.

    A NITextile identifica-se plenamente com os presentes desafios, onde os sectores Têxtil, Vestuário e Calçado podem ser determinante nesta década, na procura de soluções e queremos ajudar as empresas a desenvolverem o seu potencial na criação de produtos e processos igualmente inovadores e sustentáveis.

    Contacte-nos e juntos podemos transformar o futuro.

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  • Open House – As Vantagens de um Processo de Produção Totalmente Digital

    Open House – As Vantagens de um Processo de Produção Totalmente Digital


    Paragrafo 1A NITextile participou no evento “Open House” organizado pela Tajiservi 19-21 de outubro, onde foram apresentadas soluções para o auxílio da produção do setor têxtil e calçado, com propostas diferenciadoras nos mais variados setores.

    A Kornit Digital, líder mundial em tecnologia de estamparia digital, apresentou uma Solução de Impressão 360º, uma proposta completa para impressão digital: sistemas, tintas, software, aplicações e suporte técnico, para impressão DTG e DTF e soluções para serviços de impressão digital que suportam web-para-impressão e modelos de produção por encomenda. Dando cada vez mais enfoque nas produções únicas personalizadas ao gosto de cada cliente, onde este passa a ser parte integrante do desenvolvimento da sua peça de vestuário.

    A Twine Solutions , com sua abordagem ecológica, apresentou o primeiro sistema do mundo para tingimento digital de linhas e fios (Twine TS-1800 e TwineX4), método de tingimento de fios de poliéster. Esta tecnologia pretende mudar o paradigma do milenar do processo tradicional têxtil com consumo excessivo de recursos. Esta solução de tingimento sem utilização de água e sustentável, reduz drasticamente o tempo de produção e diminui o inventário e desperdício, com uma variedade de cores ilimitada, permite o tingimento de poucos metros de fio, produção de amostras on-demand, redução do tempo de entrega e maior eficiência, redução do desperdício e minimização de custos. Esta inovação não apenas destaca o compromisso ambiental da indústria, mas também representa um passo significativo em direção a práticas mais sustentáveis.

    Foram ainda apresentadas soluções as máquinas de bordar e o software de última geração da Tajima e diferentes linhas de produtos para a aplicação de efeitos especiais em confeção.

    A tecnologia de corte a laser também foi um ponto alto do evento. As demonstrações de corte preciso e personalizado deixaram claro como essa tecnologia está a evoluir em termos de incorporação de “IA”, sensores digitais, previsões dimensionais, entre outros, no processo têxtil e a agregar valor a produção de peças têxteis, tornando-as mais sofisticadas e adaptáveis às necessidades do mercado.

    A NITextile identifica-se plenamente com os presentes desafios, onde os sectores Têxtil, Vestuário e Calçado, na procura de soluções e queremos ajudar as empresas a desenvolverem o seu potencial na criação de produtos e processos igualmente inovadores e sustentáveis.

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    Open House – As Vantagens de um Processo de Produção Totalmente Digital


    Paragrafo 1A NITextile participou no evento “Open House” organizado pela Tajiservi 19-21 de outubro, onde foram apresentadas soluções para o auxílio da produção do setor têxtil e calçado, com propostas diferenciadoras nos mais variados setores.

    A Kornit Digital, líder mundial em tecnologia de estamparia digital, apresentou uma Solução de Impressão 360º, uma proposta completa para impressão digital: sistemas, tintas, software, aplicações e suporte técnico, para impressão DTG e DTF e soluções para serviços de impressão digital que suportam web-para-impressão e modelos de produção por encomenda. Dando cada vez mais enfoque nas produções únicas personalizadas ao gosto de cada cliente, onde este passa a ser parte integrante do desenvolvimento da sua peça de vestuário.

    A Twine Solutions , com sua abordagem ecológica, apresentou o primeiro sistema do mundo para tingimento digital de linhas e fios (Twine TS-1800 e TwineX4), método de tingimento de fios de poliéster. Esta tecnologia pretende mudar o paradigma do milenar do processo tradicional têxtil com consumo excessivo de recursos. Esta solução de tingimento sem utilização de água e sustentável, reduz drasticamente o tempo de produção e diminui o inventário e desperdício, com uma variedade de cores ilimitada, permite o tingimento de poucos metros de fio, produção de amostras on-demand, redução do tempo de entrega e maior eficiência, redução do desperdício e minimização de custos. Esta inovação não apenas destaca o compromisso ambiental da indústria, mas também representa um passo significativo em direção a práticas mais sustentáveis.

    Foram ainda apresentadas soluções as máquinas de bordar e o software de última geração da Tajima e diferentes linhas de produtos para a aplicação de efeitos especiais em confeção.

    A tecnologia de corte a laser também foi um ponto alto do evento. As demonstrações de corte preciso e personalizado deixaram claro como essa tecnologia está a evoluir em termos de incorporação de “IA”, sensores digitais, previsões dimensionais, entre outros, no processo têxtil e a agregar valor a produção de peças têxteis, tornando-as mais sofisticadas e adaptáveis às necessidades do mercado.

    A NITextile identifica-se plenamente com os presentes desafios, onde os sectores Têxtil, Vestuário e Calçado, na procura de soluções e queremos ajudar as empresas a desenvolverem o seu potencial na criação de produtos e processos igualmente inovadores e sustentáveis.

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  • 25º Fórum da Indústria Têxtil

    25º Fórum da Indústria Têxtil


    A NITextile participou no 25º Fórum da Indústria Têxtil, organizado pela ATP, e que este ano abordou o tema “Está a Indústria da Moda a Encolher? Caminhos para Garantir Valor e Futuro”.

    O inicio do fórum foi marcado pela divulgação de indicadores económicos que demonstram o estado atual da ITV em Portugal e no mundo. Com exposições de Ana Paula Dinis e de Fernando Alexandre, ficou claro que apesar da indústria enfrentar enormes desafios macroeconómicos e se encontrar exposta a externalidades que podem minar os esforços das empresas, a ITV Portuguesa tem margem para crescer e para se impor como uma referência Europeia e Mundial. Contudo, evidenciou-se que existe uma falta de investimento por parte das empresas em Investigação e Desenvolvimento, principalmente por parte das médias empresas, que representam grande parte do tecido empresarial português. A criação de novos modelos de negócios, de produtos e de processos, apesar de não terem um retorno imediato, podem levar as empresas a reinventarem-se e a atingir novos públicos-alvo. O aumento dos salários e a atração de novos talentos para a indústria pode também ser um fator decisivo para garantir o futuro de uma indústria que tem sabido reinventar-se crise após crise.

    No debate “Transição Climática, Sustentabilidade e Circularidade”, que contou com a moderação de Miguel Pedrosa Rodrigues e com as participações de Patrícia Ferreira, António Braz Costa e João Almeida, foram discutidos os principais temas ligados à sustentabilidade e aos desafios que indústria que a ITV vai enfrentar nos próximos 5 anos, como as legislações Europeias, a necessidade de se repensar os métodos de fabrico e a criação de novas formas de valorizar os resíduos têxteis, através da idealização e construção de infraestruturas, que, de momento, são ainda inexistentes ou escassas. Ficou sublinhada a necessidade de serem criados clusters nacionais para serem enfrentados estes novos desafios que vão trazer novas oportunidades de negócio para Portugal. O Passaporte Digital do Produto, bem como a necessidade de se medirem os impactos da produção e quantificá-los de modo que o consumidor possa fazer escolhas conscientes teve igualmente destaque.

    Sob o tema da “Transição Digital”, moderado por Mariana D’Orey e com um painel composto por Rodrigo Siza Vieira, Rui Oliveira e Tércio Pinto, confirmou-se que o Digital veio para ficar e que as empresas têm de abordar as novas tecnologias para construírem cadeias de abastecimento mais resilientes, transparentes e eficientes. A tokenização, a instalação de sensores, a monitorização em tempo real e o abandono dos documentos em papel em prol de uma maior integração foram alguns dos tópicos que foram levantados. Ficou também claro que a inclusão digital é um ponto fulcral para o sucesso da estratégia das empresas, pois é no shop floor e com os colaboradores mais experientes nos processos que as empresas podem tirar todo o potencial desta digitalização.

    Eloi Gonçalves, luxury advisor, desvendou as principais áreas de intervenção nas quais o mercado do luxo se encontra a trabalhar, evidenciando que a sustentabilidade é um foco central das grandes marcas.

    No final, o presidente da ATP, Mário Jorge Machado, encorajou as empresas a continuarem o percurso de sucesso da ITV Portuguesa, apesar das dificuldades que a conjuntura atual provoca. Foi também evidenciado que o Governo tem de apoiar mais o tecido empresarial da ITV e criar as condições para que as empresas possam crescer e não serem penalizadas por tal.

    O Secretário de Estado da Economia, Pedro Cilínio, encerrou o fórum com uma mensagem de apoio aos empresários e divulgou quais os apoios em curso para minimizar os impactos aos quais a ITV se encontra atualmente sujeita para garantir a sua competitividade.

    A NITextile identifica-se plenamente com os presentes desafios da ITV e queremos ajudar as empresas a desenvolverem o seu potencial na criação de novas metodologias, produtos ou processos. 

    Contacte-nos e juntos podemos transformar o futuro.

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    25º Fórum da Indústria Têxtil


    A NITextile participou no 25º Fórum da Indústria Têxtil, organizado pela ATP, e que este ano abordou o tema “Está a Indústria da Moda a Encolher? Caminhos para Garantir Valor e Futuro”.

    O inicio do fórum foi marcado pela divulgação de indicadores económicos que demonstram o estado atual da ITV em Portugal e no mundo. Com exposições de Ana Paula Dinis e de Fernando Alexandre, ficou claro que apesar da indústria enfrentar enormes desafios macroeconómicos e se encontrar exposta a externalidades que podem minar os esforços das empresas, a ITV Portuguesa tem margem para crescer e para se impor como uma referência Europeia e Mundial. Contudo, evidenciou-se que existe uma falta de investimento por parte das empresas em Investigação e Desenvolvimento, principalmente por parte das médias empresas, que representam grande parte do tecido empresarial português. A criação de novos modelos de negócios, de produtos e de processos, apesar de não terem um retorno imediato, podem levar as empresas a reinventarem-se e a atingir novos públicos-alvo. O aumento dos salários e a atração de novos talentos para a indústria pode também ser um fator decisivo para garantir o futuro de uma indústria que tem sabido reinventar-se crise após crise.

    No debate “Transição Climática, Sustentabilidade e Circularidade”, que contou com a moderação de Miguel Pedrosa Rodrigues e com as participações de Patrícia Ferreira, António Braz Costa e João Almeida, foram discutidos os principais temas ligados à sustentabilidade e aos desafios que indústria que a ITV vai enfrentar nos próximos 5 anos, como as legislações Europeias, a necessidade de se repensar os métodos de fabrico e a criação de novas formas de valorizar os resíduos têxteis, através da idealização e construção de infraestruturas, que, de momento, são ainda inexistentes ou escassas. Ficou sublinhada a necessidade de serem criados clusters nacionais para serem enfrentados estes novos desafios que vão trazer novas oportunidades de negócio para Portugal. O Passaporte Digital do Produto, bem como a necessidade de se medirem os impactos da produção e quantificá-los de modo que o consumidor possa fazer escolhas conscientes teve igualmente destaque.

    Sob o tema da “Transição Digital”, moderado por Mariana D’Orey e com um painel composto por Rodrigo Siza Vieira, Rui Oliveira e Tércio Pinto, confirmou-se que o Digital veio para ficar e que as empresas têm de abordar as novas tecnologias para construírem cadeias de abastecimento mais resilientes, transparentes e eficientes. A tokenização, a instalação de sensores, a monitorização em tempo real e o abandono dos documentos em papel em prol de uma maior integração foram alguns dos tópicos que foram levantados. Ficou também claro que a inclusão digital é um ponto fulcral para o sucesso da estratégia das empresas, pois é no shop floor e com os colaboradores mais experientes nos processos que as empresas podem tirar todo o potencial desta digitalização.

    Eloi Gonçalves, luxury advisor, desvendou as principais áreas de intervenção nas quais o mercado do luxo se encontra a trabalhar, evidenciando que a sustentabilidade é um foco central das grandes marcas.

    No final, o presidente da ATP, Mário Jorge Machado, encorajou as empresas a continuarem o percurso de sucesso da ITV Portuguesa, apesar das dificuldades que a conjuntura atual provoca. Foi também evidenciado que o Governo tem de apoiar mais o tecido empresarial da ITV e criar as condições para que as empresas possam crescer e não serem penalizadas por tal.

    O Secretário de Estado da Economia, Pedro Cilínio, encerrou o fórum com uma mensagem de apoio aos empresários e divulgou quais os apoios em curso para minimizar os impactos aos quais a ITV se encontra atualmente sujeita para garantir a sua competitividade.

    A NITextile identifica-se plenamente com os presentes desafios da ITV e queremos ajudar as empresas a desenvolverem o seu potencial na criação de novas metodologias, produtos ou processos. 

    Contacte-nos e juntos podemos transformar o futuro.

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  • Participação no Mercado empreendedorismo

    Participação no Mercado empreendedorismo


    A NITextile participou no Mercado do Empreendedorismo, uma iniciativa promovida pelo Município de Famalicão e o Famalicão Made In, com o tema deste ano: ‘O Empreendedorismo vai à Vila’. 

    Este mercado decorreu durante a tarde de 26 e o dia de 27 de maio, reunindo empresas inovadoras e empreendedores talentosos num ambiente dinâmico e inspirador. Constituiu uma oportunidade única para partilhar ideias, aprender com outros visionários e impulsionar o crescimento do ecossistema empreendedor local.

    A nossa participação neste evento representou uma emocionante oportunidade para destacar o nosso trabalho e apresentar os nossos produtos e serviços a uma audiência diversificada.

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    Participação no Mercado empreendedorismo


    A NITextile participou no Mercado do Empreendedorismo, uma iniciativa promovida pelo Município de Famalicão e o Famalicão Made In, com o tema deste ano: ‘O Empreendedorismo vai à Vila’. 

    Este mercado decorreu durante a tarde de 26 e o dia de 27 de maio, reunindo empresas inovadoras e empreendedores talentosos num ambiente dinâmico e inspirador. Constituiu uma oportunidade única para partilhar ideias, aprender com outros visionários e impulsionar o crescimento do ecossistema empreendedor local.

    A nossa participação neste evento representou uma emocionante oportunidade para destacar o nosso trabalho e apresentar os nossos produtos e serviços a uma audiência diversificada.

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  • Palestra Sobre Os Desafios Da Sustentabilidade Na Indústria Têxtil

    Palestra sobre os Desafios da Sustentabilidade na Indústria Têxtil


    A NITextile esteve presente nas “Jornadas de Sustentabilidade do Alto Minho”, realizadas de 24 a 26 de março de 2022, em Vila Praia de Âncora. 

    Este evento de grande relevância para a região teve lugar em três locais simultaneamente:

    • Palestras no Cine-Teatro dos Bombeiros;
    • Mercado Sustentável no espaço envolvente ao Forte da Lagarteira;
    • Atividades de natureza na Serra de Arga (Arga de Cima, Arga de Baixo e Arga de São João).

    A NITextile destacou-se nas Jornadas de Sustentabilidade ao participar numa palestra de grande importância sobre os “Desafios da Sustentabilidade na Indústria Têxtil”, através de uma apresentação da Co-Fundadora & CEO da NITextile, Juliana Cruz. 

    Esta participação ativa e relevante no evento demonstra o compromisso contínuo da NITextile com os temas relacionados com sustentabilidade e a inovação na indústria têxtil.

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    Palestra sobre os Desafios da Sustentabilidade na Indústria Têxtil


    A NITextile esteve presente nas “Jornadas de Sustentabilidade do Alto Minho”, realizadas de 24 a 26 de março de 2022, em Vila Praia de Âncora. 

    Este evento de grande relevância para a região teve lugar em três locais simultaneamente:

    • Palestras no Cine-Teatro dos Bombeiros;
    • Mercado Sustentável no espaço envolvente ao Forte da Lagarteira;
    • Atividades de natureza na Serra de Arga (Arga de Cima, Arga de Baixo e Arga de São João).

    A NITextile destacou-se nas Jornadas de Sustentabilidade ao participar numa palestra de grande importância sobre os “Desafios da Sustentabilidade na Indústria Têxtil”, através de uma apresentação da Co-Fundadora & CEO da NITextile, Juliana Cruz. 

    Esta participação ativa e relevante no evento demonstra o compromisso contínuo da NITextile com os temas relacionados com sustentabilidade e a inovação na indústria têxtil.

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  • Apresentação de produtos inovadores na feira médica

    Apresentação de produtos inovadores na feira médica


    A Universidade do Minho foi a primeira Universidade em Portugal a formalizar o reconhecimento do carácter inovador do perfil dos empreendedores e impacto económico e social esperado das empresas criadas através da atribuição formal do “estatuto de Spin-off”. Estas empresas usufruem de uma relação estreita com a Universidade a nível de reconhecimento, mentoria, acesso a infra-estruturas, acesso a tecnologias/know-how de forma exclusiva, apoio no desenvolvimento do plano de negócio, gestão da propriedade industrial e no acesso a investimento.

    A NITextile recebeu o estatuto de Spin-off da Universidade do Minho, valorizando por essa via o conhecimento resultante das suas atividades de investigação científica e tecnológica dos seus fundadores Juliana Cruz e do Pedro Gomes. Este reconhecimento representa a transferência de conhecimentos gerados no seio da Universidade do Minho, através do exercício de uma atividade económica com elevado potencial de crescimento na NITextile.

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    Apresentação de produtos inovadores na feira médica


    A Universidade do Minho foi a primeira Universidade em Portugal a formalizar o reconhecimento do carácter inovador do perfil dos empreendedores e impacto económico e social esperado das empresas criadas através da atribuição formal do “estatuto de Spin-off”. Estas empresas usufruem de uma relação estreita com a Universidade a nível de reconhecimento, mentoria, acesso a infra-estruturas, acesso a tecnologias/know-how de forma exclusiva, apoio no desenvolvimento do plano de negócio, gestão da propriedade industrial e no acesso a investimento.

    A NITextile recebeu o estatuto de Spin-off da Universidade do Minho, valorizando por essa via o conhecimento resultante das suas atividades de investigação científica e tecnológica dos seus fundadores Juliana Cruz e do Pedro Gomes. Este reconhecimento representa a transferência de conhecimentos gerados no seio da Universidade do Minho, através do exercício de uma atividade económica com elevado potencial de crescimento na NITextile.

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  • NITextile reconhecida como empresa do “setor da tecnologia” pela ANI

    NITextile reconhecida como empresa do “setor da tecnologia” pela ANI


    A NITextile foi distinguida com o reconhecimento como uma empresa do “setor da tecnologia” pela ANI – Agência Nacional de Inovação. Este reconhecimento é uma prova inequívoca da dedicação à promoção das atividades de investigação e desenvolvimento (I&D), conduzidas internamente ou em colaboração com parceiros externos, com o objetivo de criar produtos, serviços e processos inovadores, que sejam novos ou que aprimorem significativamente os já existentes.  

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    NITextile reconhecida como empresa do “setor da tecnologia” pela ANI


    A NITextile foi distinguida com o reconhecimento como uma empresa do “setor da tecnologia” pela ANI – Agência Nacional de Inovação. Este reconhecimento é uma prova inequívoca da dedicação à promoção das atividades de investigação e desenvolvimento (I&D), conduzidas internamente ou em colaboração com parceiros externos, com o objetivo de criar produtos, serviços e processos inovadores, que sejam novos ou que aprimorem significativamente os já existentes.  

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  • Geração Made IN

    Geração Made IN


    A NITextile integra com orgulho a Geração Made IN, uma família de empresas distintas, originadas a partir do Famalicão Made IN, um programa impulsionado pelo Município de Famalicão. 

    Esta iniciativa tem como principal propósito a criação de um ambiente municipal propício à iniciativa empresarial, potenciando o desempenho económico do concelho. 

    A Geração Made IN visa, também, enaltecer e fomentar o espírito empreendedor que caracteriza esta região, atrair novos investimentos e oferecer apoio decisivo a empresários e empreendedores na concretização dos seus projetos empresariais.

    A participação da NITextile na Geração Made IN permite abraçar o crescimento sustentável e o desenvolvimento empresarial de excelência. Juntamente com outras empresas inovadoras desta família, a NITextile encontra-se empenhada em impulsionar o potencial económico de Famalicão e em contribuir para um futuro próspero e empreendedor. 

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    Geração Made IN


    A NITextile integra com orgulho a Geração Made IN, uma família de empresas distintas, originadas a partir do Famalicão Made IN, um programa impulsionado pelo Município de Famalicão. 

    Esta iniciativa tem como principal propósito a criação de um ambiente municipal propício à iniciativa empresarial, potenciando o desempenho económico do concelho. 

    A Geração Made IN visa, também, enaltecer e fomentar o espírito empreendedor que caracteriza esta região, atrair novos investimentos e oferecer apoio decisivo a empresários e empreendedores na concretização dos seus projetos empresariais.

    A participação da NITextile na Geração Made IN permite abraçar o crescimento sustentável e o desenvolvimento empresarial de excelência. Juntamente com outras empresas inovadoras desta família, a NITextile encontra-se empenhada em impulsionar o potencial económico de Famalicão e em contribuir para um futuro próspero e empreendedor. 

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